Eu te conheci naquele verão no colégio,
você veio com um ar tão diferente dos outros garotos que eu tive a impressão de
que ficaria perto por muito tempo. Lembro-me que suas mãos tocaram meu rosto
aquele dia, seu olhar veio de encontro ao meu de maneira tão intensa que me
recusei a acreditar que estava apaixonada pelo meu melhor amigo. Naquela tarde
estávamos sozinhos, você tocando violão e eu apenas te obsevando, eu queria te
abraçar e dizer as coisas que estavam no meu coração, mas o medo de te perder
falava tão alto que eu já não sabia mais o que fazer, não sabia se sentia o
mesmo por mim. Em um momento Você parou de tocar e me olhou fixamente, me
conhecia o suficiente para saber que algo estava me incomodando, e no momento
em que achei que iria te falar algo a campanhinha tocou e você saiu correndo em
direção a porta, foi quando voltou aos risos
com uma carta de seu pai que dizia estar voltando para casa após uma temporada de trabalho em outro país,
você me abraçou tão forte que eu não
queria mais te largar, sua risada espontânea me fez querer sorrir também, seu
cheiro amadeirado fez meu coração acelerar e como por impulso o apertei ainda
mais, você parou de sorrir e se afastou um pouco, me olhou por um momento com um olhar tão
meigo foi então que nos aproximamos novamente,
mas desta vez, face a face nossos narizes se tocaram, pude sentir sua
respiração acelerada, e enquanto
isso, senti seus braços se entrelaçarem
em minha cintura, corri as mãos pelos seus braços e te beijei. Você
correspondeu. Momentos depois nós nos soltamos e eu te pedi desculpas, você
estava visivelmente sem graça, mas disse exatamente o que eu queria ouvir: “Eu
queria isso, a muito tempo.” E nossos lábios voltaram a se encontrar.
Eu te conheci naquele verão no colégio,
você veio com um ar tão diferente dos outros garotos que eu tive a impressão de
que ficaria perto por muito tempo. Lembro-me que suas mãos tocaram meu rosto
aquele dia, seu olhar veio de encontro ao meu de maneira tão intensa que me
recusei a acreditar que estava apaixonada pelo meu melhor amigo. Naquela tarde
estávamos sozinhos, você tocando violão e eu apenas te obsevando, eu queria te
abraçar e dizer as coisas que estavam no meu coração, mas o medo de te perder
falava tão alto que eu já não sabia mais o que fazer, não sabia se sentia o
mesmo por mim. Em um momento Você parou de tocar e me olhou fixamente, me
conhecia o suficiente para saber que algo estava me incomodando, e no momento
em que achei que iria te falar algo a campanhinha tocou e você saiu correndo em
direção a porta, foi quando voltou aos risos
com uma carta de seu pai que dizia estar voltando para casa após uma temporada de trabalho em outro país,
você me abraçou tão forte que eu não
queria mais te largar, sua risada espontânea me fez querer sorrir também, seu
cheiro amadeirado fez meu coração acelerar e como por impulso o apertei ainda
mais, você parou de sorrir e se afastou um pouco, me olhou por um momento com um olhar tão
meigo foi então que nos aproximamos novamente,
mas desta vez, face a face nossos narizes se tocaram, pude sentir sua
respiração acelerada, e enquanto
isso, senti seus braços se entrelaçarem
em minha cintura, corri as mãos pelos seus braços e te beijei. Você
correspondeu. Momentos depois nós nos soltamos e eu te pedi desculpas, você
estava visivelmente sem graça, mas disse exatamente o que eu queria ouvir: “Eu
queria isso, a muito tempo.” E nossos lábios voltaram a se encontrar.
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